12 maio, 2006

Outra vez de molho...



haja saúde, é o que nos falta...
Problemas de parte e porque há sempre males que veêm por bem, a bi jantou cá...foi bom. Temos que aproveitar o resto do tempo que lhe falta. Pode faltar-lhe muito, ou pouco, quem sabe?
Sei que, hoje, se alguma coisa lhe acontecesse morriamos (ainda) mais perto uma da outra. Sei que hoje sei mais dela e ela de mim. Sei hoje a urgência de aproveitar estes momentos, e sinto-a feliz. Estou feliz. Mesmo sem saber como é o amanhã, com ela e ele. E mesmo sentindo um adeus em tudo isto. Isso ajusta-me. Muito!

07 maio, 2006

Ele


está cada vez mais interesado em coisas com motores e bolas. Pensava que isto ia ser chato. Mas agora já acho piada. Faz tudo sentido nele.
Sim...sim...também tem livros e puzzles, mas prefere então os aviões.
Fases. Fases boas. Cada coisa a seu tempo. Temos tempo. Temos muito tempo.
Teremos?

02 maio, 2006


apetece passear, com ele e ele.

Vamos
ali mais vezes almoçar, nós e o mar.
Iremos lá jantar a ver o pôr-do-sol que aquilo é giiiirô que se farta. Hã e não é caro.
Está cada vez mais claro, o cabelo. Está claro que nunca pensei ter assim um loiraço, mas gosto. Gostamos cada vez mais de o ver a crescer.

30 abril, 2006

Ele


está mesmo numa fase gira! Repete tudo numa voz mimada. Já come a nossa papa, quer dizer, mais ou menos. Tudo tenrinho que os dentes estão quase todos mas são preguiçosos para mastigar. Dou muitos beijos ás meninas e "passou-bem" aos meninos.
Adoro ar livre e carros são a minha perdição. Gosto de bola, mas gosto muito mais de brumssss.
Sou pouco aventureiro e por norma faço aquilo que me pedem, quando não estou com birras. Sou determinado e sei aquilo que quero ou não quero. Não gosto que me pergutem muitas vezes as mesmas coisas. Gosto de estar na casa da Bi e não gosto dos nins (infantário). Continuou com muitas dores de garganta e de ouvidos. Tenho dermatite e está bem pior. Tem dias.
Temos dias e ele também. Estamos bem. Podiamos estar melhor. Também podiamos estar pior. Era bem pior. Vai ser melhor. Vai pois.

26 abril, 2006

Porque



me esqueço que ele cresce, depressa.
Porque está numa fase tão gira. Porque com ele diz é babi ... nino... já não é bebé.
Não é. Tens razão.

21 abril, 2006

Porque,


há chamas que não se apagam mesmo quando partem.


Há dias que nos fazem pensar na brevidade desta passagem e na urgência de vivermos cada dia felizes.
Há dias que nos fazem pensar que nos custa viver sem aqueles que nos amaram. Por muito melhor que possam estar gostavamos mais deles aqui, para os puder olhar e tocar uma última vez.
Lembramo-nos das suas mãos, dos olhares e sorrisos mas não nos conformamos que tenhamos que lutar contra o tempo para que essas imagens não percam o brilho. Não perdem. O nosso coração guarda quem nos ama e quem nós amamos para a eternidade.
Eu acredito, nisto.
Vais ver que é verdade!

16 abril, 2006

Hoje



fomos sete ao almoço e vamos ser seis ao jantar. Lembrei-me de fazer isto, vulgo páscoa, ontem à tarde. Sábado as nove ainda estava nas compras e corri seca e meca para encontrar pão alentejano. Consegui e ganhei a aposta que fiz com a Bi. Bom tive que bater à porta da merceria em Oeiras que já estavam a fechar, mas ainda assim consegui. Sempre à ultima da hora. Sou assim, mas de facto talvez a idade mude isso, esse a quem chamam defeito. Não concordo.
Fiz quase tudo ontem: a couve roxa, o puré de maça, o leite creme, o semi-frio do meu doce de morango, o semi-frio de natas. Já tinha arrumado tudo na sexta e tinha tratado daquelas coisas que crescem imenso no nosso corpo.
Hoje de manhã acordei por volta da dez e até as duas fiz o ensopado de borrego, voltei a limpar a casa e pus a mesa. Do D. ficou o pai encarregue. O pai ainda passou uns guaradanapos que afinal estavam no enorme gesto da roupa há meses. Passou bem dado que linho não é fáil de amanhar. O que mais gostei foi o ensopado de borrego, com paladar discreto mas encorporado devido a ter passado a carne por farinha antes de a cozinhar. A carne foi bem arranjada, segundo a Bi. Também acho, a repetir. Agora parei um pouco depois de ter lavado à mão tudo. Logo repito a dose.
Mas gosto disto, se tivesse muito dinheiro arranjava uma empregada interna para me ajudar nestas coisas, dava muitos jantares, tinha muitos filhos e uma casa enorme só com coisas carregadas de amor e história. Se. Mas assim também não é mau. Vamos mudar de casa, logo se vê o resto.
Ontem estivemos no parque e sei que cada vez, mais, o D. está diferente. Muito mais autónomo, já anda no baloiço a toda a velocidade e corre muito atrás da bola dos outros meninos. Tenho que me lembrar de comprar uma bola para o meu rapaz.
Para asemana já vou dar aulas. Para a semana o R. ainda está em casa. Na outra semana do D. vai para o infantário, ele não gosta e eu também gosto mais dele com a Bi., não fosse ele ter oitenta anos e as coisas eram diferentes!

Tenho pena que o R. esteja triste, a avó dele está doente, muito. Nunca estamos preparados para estas coisas da vida.

11 abril, 2006

Mais ou menos de férias


os três a ver peixes que afinal não fazem sempre:
- Peixinhô ...ô-ô mamã !!!
Tal qual na banca do peixe no pingo-doce...Sim estão mortos mas acho a versão dele mais cândida e adequada.
Portou-se bem.
No fim fez birra, mas já tinha estado tão bem.
Dorme que nem um anjinho, sem jantar.
Estamos felizes. Muito.

08 abril, 2006

Ursa

É realmente uma lufada de ar fresco, linda, como disse o arrumário, mas díficil de galgar até lá. Entre tentativas de ida a pé, porque não...não temos jipe, e quedas grandes para ele não se aleijar acabamos por não chegar à areia, era tarde e tinhamos de ir.
Mas voltaremos lá para por os pés de molho.
E sim vale a pena o esforço, até porque talvez não tenha sido o melhor caminho o escolhido.

06 abril, 2006

Meias férias


à espera do pai que ainda labuta.

Sabe bem estar menos lá e mais com ele. Pena a chuva que nos empurra para casa.

04 abril, 2006

Oitenta


anos.
Muitas felicidades Bi.
Que venham mais, assim, cheios de saúde e força.
É bom saber que estás sempre na minha retaguarda para me deixares sorrir à frente.
Um obrigada avó, cheio de amor.

O D. mandou bgn fcbvhgdfghgfdd, com muito amor!!!


31 março, 2006

Sou capaz de

me sentir lúgubre.

Talvez seja telhuda, demais.

Gosto do que faço, dos miúdos (graúdos) e tenho aprendido muito neste ano.
Evolui. Mas sinto a falta do D. e culpo-me por não estar nos dias dele, e ele não caber nos meus.
Se fosse de outra maneira haveria de haver outra qualquer coisa. Há sempre coisas. Mas tenho medo dos danos, nele e em mim.
O tempo vive-se no agora e não no futuro. Acho que não estou no presente, há força de querer não faltar no futuro.


lúgubre
do Lat. lugubre
adj. 2 gén.,
triste;
escuro.

26 março, 2006

Outra vez,


com doi-dois na garganta.

Irra que andamos fartos disto. Mais antibiótico...

20 março, 2006

Mais um


fim de semana.
Queremos férias.
Queremos muitas coisas, sempre, normalmente esqueçemos que temos já tantas coisas, boas.

16 março, 2006

Desde


que sou mãe, penso que, sou uma melhor pessoa.

Ainda bem.

14 março, 2006

05 março, 2006

03 março, 2006

Sou assim


Vive fazendo planos e projeções. É equilibrado e nunca quer mais do que pode ter. Gosta de desafios e fortes emoções.
É uma pessoa metódica que leva muito em consideração a aparência. Faz o estilo romântico e não troca um momento a dois por nada desse mundo. Gosta de manter o controle da situação e saber exatamente onde está pisando.É simples, realista e direto. Nada de rodeios ou frescuras.
Troca o dia pela noite. Adora festas e baladas. É uma pessoa que prefere estar em contato com a natureza. Fica ruminando seus problemas por dias, sem conseguir resolvê-los.
Não gosto do Português do Brasil.
Ando a pensar no que sou ou quero ser.
Ter trinta faz toda a diferença. Ser mãe mais ainda.

28 fevereiro, 2006

Que


possamos passar o outro dia (vinte e sete), sempre juntos.
Muitas felicidades, amor.

21 fevereiro, 2006

É mau


saber que existem estas coisas ao virar da esquina.

É bárbaro existirem meninos em sonhos.

A culpa é de todos.


retirado de:
http://www.olhares.com/menor1/foto472905.html

É bom



vê-lo voltar ao normal.
É bom saber que estamos a equilibrar as coisas da vida.

18 fevereiro, 2006

Ele


e eu.
Os dois com dias de vida.

17 fevereiro, 2006

Só quando


temos medo, muito, é que percebemos quanto mudamos.

Nunca tive tanto medo da vida como no dia catorze.
Catorze vai sempre ficar como o dia em que tive medo pelo D.
Medo de, eu sem ele, não ser eu.
Medo de deixar de ser, ter e querer uma vida.


vida

do Lat. vita
s. f.,

existência;
espaço de tempo decorrido entre o nascimento e a morte;
modo de viver;

14 fevereiro, 2006

Ontem


passamos o dia no hospital.
Tou fraquinho, muito, mas já estou em casa a comer devagarinho.
Quando não sabem o que é é uma virose. É uma virose, ainda bem....

As lágrimas já lá vão e o "bicho" vai a caminho.

11 fevereiro, 2006

De monho


Não me lembro de uma noite tão mal dormida desde que ele tinha nascido.
Tem febre, vómitos e febre e vómitos. Tem fome, muita, e não lhe podemos dar nada. Só miminhos e milina de 5 em 5 minutos.
Cortou o cabelo à revelia à noite no banho ás escondidas. Está giro. Está grande.Está chocho.

07 fevereiro, 2006

Música


gosta, desde a barriga.

Toca nas guitarras do pai e descobriu que esta faz um barulho diferente.
Gosta de cantarolar os parabéns desde os anos.

Há coisas que nescem conosco. Ainda bem.

31 janeiro, 2006

Rescaldo






da tosse. Febre e mais febre.
Mimo e mais mimo.


Podia ter sido mais enfeitado, o bolo, tu e eu, todos, se a febre não se tivesse feito de convidada.
Mais um ano. Tens dois. Eu tenho trinta.


Já não sou pré-adulta. Serás ainda bébé?

24 janeiro, 2006

Hoje nascemos os dois...


Parabens a ti, és a prenda mais condimentada de alegrias que jamais sonhei receber, e a mim porque te tenho a ti. Aqui agora, há dois anos, cheios dos piores e melhores momentos que a vida nos pode dar e dá.
Gostava que o dia de hoje fosse solarengo, mas não é. Não me lembro de em 30 anos de dia 24 nao haver sol. Hoje não espreitou nem vai espreitar, que pena. Sinto a falta dele e dele sem febre.
Gostava de muitas coisas, todas para ti.
O meu eu, é ele e ele, é aquele. Que me enche que me preocupa, que me faz brancos e brancas na memória, que me tira o sono e me leva aos limites. Que me faz falta e me faz faltar a quase todas as promessas e compromissos inadiáveis. Ele adia tudo e ainda bem. Se não fosses tu ainda andava a adiar ser mãe. Mas sou e gosto. Gosto de mim assim com ele no mesmo dia. Gosto de nós juntos no mesmo dia. Gostei de dormir contigo ao meu lado quase como há dois anos, estavamos febris mas juntos. Este dia é teu e meu, juntos.
Estou aqui para ti, sempre, ao teu lado com as escolhas que fizeres, quaisquer que sejam: é uma promessa.
Vamos ser felizes, vamos fazer por isso.
Vamos que a vida está ali, aqui, amanhã e depois.

05 janeiro, 2006

(Re)Pensar


O sentido, disto, aqui.
De mim e dele aqui para todos e cada vez menos para nós.
Ausente e sem vontade de presença.
Um beijo.

02 janeiro, 2006

De volta

aqui...

Com tudo em atraso, principalmente a vontade!

29 dezembro, 2005

De férias...


aqui, na neve...
Antes uma vela de promessas, que são para cumprir, para o jesúss...como ele lhe chama.

16 dezembro, 2005

Enroscada


nele...

Podia e devia passar horas assim, só, a olhá-lo e a beijá-lo...
Todos os dias...

12 dezembro, 2005

Será

que o D. se parece assim tanto com uma menina?
Ultimamente todas as pessoas o abordam como "a menina".
Acho que é do cabelo. Mas não o vou cortar. Gosto dele assim...gosto dele de qualquer das maneiras.

Afinal saimos...



Para ir ao parque da parede onde havia uma feira de velharias, que eu adoro....comprei mais naprons para a colecção, são de renda de bilros e são muito antigos. Lindos, mas não tanto, como o D.

10 dezembro, 2005

Em casa


Com uma manhã tão bonita...
O D. esteve doente, mais uma vez.
Não liga muito a desenhos. Liga mais ao pai do que à mãe. Ás vezes ligamos ,de mais, a coisas sem importância.
Tenho as unhas cor-de-rosa. Já as tive cor de vinho tinto e gosto mais. Estou farta dos vermelhos.
Temos muita preguiça cá em casa. Ligamos pouco a pormenores, que afinal se revelam importantes.

03 dezembro, 2005

O segundo natal

O D. faz 23 meses este natal e está a aprender a falar. O natal passado fez 11 meses e estava a aprender a andar. Desde que nascemos continuo a aprender a ser mãe e mulher.

Este natal um dos meus desejos é o mesmo do natal passado. É pena que assim seja. É sinal que, ainda, não se concretizou.

01 dezembro, 2005

Parque






Lá fomos mesmo com mau tempo...

O D. cada vez está mais autónomo e eu lá arranjei maneira de fazer a decoração das minhas prendas de natal, com folhas de plátano, todos os anos embrulho os presentes de maneira diferente e desde os 8 anos que não repito nada. Este ano ainda não me tinha lembrado de nada, alías ando com muita falta de imaginação. Este ano tem acontecido coisas estranhas. Muito. Ontem um homem que não conhecia falou-me de mim sem mais nem menos sem me conhecer e deixou-me a pensar. Leu-me (nos). Serei (mos) assim tão fácil (eis) de ler?

27 novembro, 2005

Natal


Fomos ver a árvore de Natal grande na Praça do Comercio. Nós e mais metade de Lisboa e arredores. O tempo que demoramos a lá chegar tinha dado para ir dar um passeio a Évora .

O D. adorou a árvore, ficou de boca aberta imenso tempo, e dançou as musicas de natal que passavam. Pessoalmente acho que aquele não foi o melhor sítio para por a coisa...mas compreendo que assim, pelo menos, dinamiza a baixa e dá um empurrão ao comércio tradicional. É pena tudo precisar de um empurrão em Portugal.

25 novembro, 2005

Continuidade



Continua a crescer, tanto.
Continua a fazer-me (nos) muito feliz(es).

Continuo farta daquilo, mas resignada.
Nunca ,enquanto estudei, fiz tantos trabalhos de casa como agora.
Nunca me diverti tão pouco.
Nunca trabalhei tão contrarida.
Nunca me ri tão pouco.
Nunca sorri tanto, só porque sim.

20 novembro, 2005

Não me canso


de lhe dar beijos nem de comtempla-lo como se ele fosse, e é, realmente a coisa mais bem feita que alguma vez puderia imaginar fazer.
Quando estava grávida nunca criei uma imagem do que poderia vir a ser o meu bébé, queria-o com muita saúde, aliás, como todas as mães desejam. Tinha a ceteza absoluta muito antes de saber o seu sexo que era um menino e achava que se fosse uma menina saberia tratar melhor dela, enganei-me. Soube que estava grávida com quatro semanas e poucos dias, mas o meu coração há muito o sabia. Sentia-o. Senti-o a mexer volta das 16 semanas e lembro-me de ficar preplexa...até hoje foi uma das sensações mais estranhas e bonitas que tive. Continua a fazer-me sentir coisas dentro de mim que não julgava existirem, e é tão doce a vida ser assim, com ele.

19 novembro, 2005

Já uso penico

quando os meus pais se lembram de me tirarem os sapatos, calças, collans, fralda...a tempo. A maior parte das vezes já fiz ou faço no chão.
Se fosse verão ... era bem mais fácil.

(nota: compramos hoje aquelas fraldas bibikini, vamos ver se resulta...)

17 novembro, 2005

Ele doente

Eu continuo. Agora está ele com uma tosse horrível que trouxe do infectário, como lhe chamou o alergologista. Dorme pouco, durmo pouco, o trabalho aumenta e a confusão reina aqui em casa. Amanhã acho que vou faltar, acho que não posso, mas quero e querer é puder mesmo que eles não deixem e nem percebam. Paciência.
Se o D. continuar assim esgotei a possibilidade de especialistas, já foi ao pediatra ao alergologista e ao otorrino...menos certezas e menos, muito menos, euros na conta. Errei no curso. Erro em continuar a desgastar-me (nos) desta forma.

09 novembro, 2005

Eu Doente


sem tempo para o estar.

Dói-me a garganta, porque sempre me doeu, e, porque sempre me deu problemas. Mas agora o grande problema dela são mesmos os berros desmedidos numa tentativa frustada mal acabada e pedagógicamente errada de manter os selvagens dos meus alunos pré-adultos interessados na (des)interessante matemática. Estou sem voz e eles continuam com a deles muito alta. Pedagogicamente errei humanamente dei cabo da garganta.

Devia estar de atestado para não dar cabo das cordas vocais, mas, quem quer saber de cordas, quando já não se tem mais nenhum instrumento para tocar para a frente um extenso e desadequado programa para cumprir?!

Tennho saudades de adequar a minha figura infantil e de teen(ager) as responsabiliddaes que agora são de (grown)up.

Lembrei-me do D. pequenino e sinto saudades dele assim e de mim com menos coisas para fazer: testes e mais testes para corrigir, powerpoint para preparar, formação para dar e preparar, casa para limpar, comida para fazer e chegar a casa às 21.30h sem o(s) ver. Reina novamente a desorganização quando já pensava que a tinha destronado. Acho que nunca mais me (nos) vou organizar.

Nota: O D. tinha três meses.

06 novembro, 2005

Em cheio






o fim de semana, com muito passeio e pouca preparação de aulas.

Sábado em Sintra na quintinha dos avós com as pi e os brummmm e domingo de manhã no parque com os nins.

Continua ranhoso e está na fase do nãoooooooo... ah, e já diz mais algumas sílabas.
Até que enfim está tudo a regressar ao normal.