21 agosto, 2006

18 de AGOSTO de 2006


ficamos pela primeira vez sem o D., foi dormir a casa dos meus pais. Desde há três anos e três meses que não ficavamos só os dois. Embora o D. tenha dois anos e meio, grávida já eramos três.

Quando pensávamos nessa possibilidade, remota, achávamos que ía ser normal. Não é. Lembrámo-nos muito dele. Demais.
Foi giro, fomos jantar às onze e meia
aqui, que é engraçado, mas não vale o dinheirito que se gasta, dado algum descuido em pormenores, tais como, talheres muito riscados, carta da mesa em papel com nódoas, etc. Pagamos duas vezes o jantar, sendo que o melhor foi o espumante murganheira, e andamos às voltas em Lisboa para darmos com um multibanco a funcionar. Chegámos lá, com o movimento de conta, e aquilo já estava fechado. Voltamos sábado para reaver o cheque, com um enorme pedido de desculpas e um convite para uma bebida, que bem podia ter sido para jantar, não é?
Não fomos sair, nem acordamos cedo para tomar pequeno-almoço fora numa esplanada à beira mar, era sábado de Agosto e as praias estão apinhadas de gente aqui na zona.
Quando nos vimos a sós não nos conseguimos lembrar dos inúmeros sítios que costumamos passar e dizer: "Se não estivessemos com o minhoco...". Não estávamos e ainda assim gostávamos de estar, ou pelo menos, que a rídícula saudade não nos talhasse as ideias para uma noite a dois. "Ele há coisas que não lembram o diabo" lá se costuma dizer...
Para a próxima corre melhor. Corre, corre!

No sábado fomos almoçar com ele e vóltamos
aqui. Fivámos a saber que "foi ao pão" e que já diz também ( também tenho fome quando a minha mãe disse que estava cheia de fome).
Está a crescer tanto.