23 janeiro, 2007

21 janeiro, 2007

Há (pedras) lascas de pinheiro


no sapato que incomodam, mas nem por isso se deixa de andar a correr para brincar.

17 janeiro, 2007

Para quê

perder tempo a escrever, se aqui está tudo aquilo que penso.

Vou votar sim pelas mesmas razões!

16 janeiro, 2007

Se


fosse tão simples agarra-lo com força, às vezes não deixava cair no esquecimento, o tempo...o tempo...e ele a correr nele!

Ainda bem!

10 janeiro, 2007

07 janeiro, 2007

Convite para

a primeira exposição dele !

Está muito bem conseguida, não tivesse eu presente em quase todos os sítios onde ele tirou as fotografias, o local (St Julian´s school) é muito agradável com vista sobre a praia de carcavelos, por isso aparecem no dia 12 de Janeiro das 16.30h até as 20.00h. Estaremos lá numa pequena recepção com umas coisitas que se tricam e a bebericar qualquer coisa!

06 janeiro, 2007

Obras (VIII)

(casa de banho)
(lavabo)
(chão da copa)


(recuperador)

(tecto falso)

Porque já faltou mais...

O D. Já diz a casa nôva em vez da casa toda patída.

Ele acha que já estamos quase, quase lá! Eu também!

05 janeiro, 2007

Do natal




Este ano o natal foi vivido mais intensamente, por ele. Já gosta das prendas e para o ano contamos que o pai natal desça pela chaminé, que este ano o Sr. das barbas que faz ôh ôh não era bem vindo!

02 janeiro, 2007

O nosso

desejo para 2007 é que haja sempre muita luz!

Luz que dança com o vento e brilha em cores diferentes. Luz que nos enche a alma e faz transbordar o coração de amor. Luzes cheias de amor...para todos!




24 dezembro, 2006

(O nosso ) Terceiro Natal

Natal 2005 em casa do pimô ruí

e o David tem 35 meses, feitos hoje, já fala tanto, já entende tanta coisa...
Mas como escrevi no ano passado:

O D. faz 23 meses este natal e está a aprender a falar. O natal passado fez 11 meses e estava a aprender a andar. Desde que nascemos continuo a aprender a ser mãe e mulher.Este natal um dos meus desejos é o mesmo do natal passado. É pena que assim seja. É sinal que, ainda, não se concretizou.

Ainda não foi este ano...

Que seja o melhor natal possível para todos!

22 dezembro, 2006

Bi

ainda, bem que já estás em casa...

Finalmente, as coisas vão voltar a ser, mais ou menos, como eram...diferentes ou talvez melhores para nós as duas, para todos.

12 dezembro, 2006



fomos ver a árvore e as luzes de Lisboa.
Fomos com os pimos rui e pima nês jantamos numa tasca (oh! caldas) e passeamos com muito frio por uma Lisboa, uma Lisboa, cheia de gente que chega de caminonetas da terra para ver as luzes.
Fomos ao circo ver os gatos grandes, maé os tiges. Fomos e viemos de lá com uma outite, tosse e muita febre.
Fazia depois de amanhã seis meses, sim seis meses, que o David não estava doente, esteve um sexto da sua vida sem estar com dói-dói muto.
Não tinha saudades das noites mal dormidas com ele na nossa cama com quarenta e mais graus de febre. Tirando isto, foi muito engraçado...

08 dezembro, 2006

Obras (VII)



O patim do sotão está pronto para levar a madeira em cima, dele.

O sotão foi o nosso maior buraco, na obra, porque todo ele é demasiadamente baixo mas não deixam de ser 70 metros quadrados para forrar... enfim o patim ajuda a criar mais espaço útil onde se pode andar sem bater com a cabeça no tecto!

04 dezembro, 2006

Onde


é que há disto?

Fiquei encantada! Será que ele ficará?

30 novembro, 2006

Os caracóis


dele em outubro de 2005.

Gostava tanto deles, agora já não os têm e está cada vez mais crescido em tantos aspectos que se torna difícil registar tudo, ou antes qualquer coisa, que isto aqui tem desde o ínicio andado ao abandono...

28 novembro, 2006

Obras (VI)






Já não passamos lá o natal, por falar nisso, este ano não vai ser natal. Cada ano que passa acho que cada vez é menos natal.

A casa vai andando, devagar, mas vai avançando. Estamos desejosos de ir para lá viver. Muito mesmo.

21 novembro, 2006

A vida


surpreende-nos constantemente como se de uma prova se tratasse. Uma prova de resistência às vicissitudes.

Vicissitude* gosto desta palavra. Gostava de nunca ter visto os meus avós em momentos terminais e, de nessas alturas fazer outra coisas que não apenas ligar ao 112. Gostava de os ter aqui sem ter que, tantas vezes no dia, me lembrar de como eram das suas caras e das suas vozes para nunca me esqueçer deles nem do quanto gostavam de mim. E do quanto eu gosto deles e do quanto eu tento pensar que eles estão aqui comigo e que até conhecem o David. Tenho tantas saudades e ficaram tantas coisas por vivermos juntos.

A Bi está aqui mas podia estar aqui ao pé de nós e o até podia estar agora a tomar conta do David como habitualmente. Vicissitudes da idade e da vida. Sei que tem oitenta anos mas custa-me a ideia de não a ter sempre à mão. Há trinta anos que ela está ali, sempre lá à minha espera no mesmo sítio com a mesma ternura. E na vida não se mudam trinta anos assim. Custa-me, pronto custa-me muito. Por ela por nós. Por tudo. Custa-me mesmo sabendo todas as coisas racionais que me dissem em forma de consolo. Muito do que somos, somos pelos outros. Os grandes outros na minha vida foram os meus avós e custa-me fechar esse capítulo definitivamente.

Eu devia estar era aqui como estive mas não me apeteceu, definitivamente aprendi que prefiro estudar do que ensinar.


*vicissitude
do Lat. vicissitude
s. f.,
mudança ou diversidade de coisas que se sucedem;
eventualidade;
revés;
alteração;
instabilidade das coisas;
dificuldade.

17 novembro, 2006

Há uns anos,


quando era (mais) míuda não gostava de misturar cor-de-rosa com vermelho. Hoje gosto de vê-las misturadas, nos outros. Gostava de misturar pouco as cores no corpo e até passei por aquela fase do preto, que ainda não terminou. Não misturava muito as cores mas misturava-me muito com os outros. Hoje prefiro a miscellania* na roupa a qualquer outra confusão.

Descobri que posso gostar de muitas coisas. Mas descobri que dele só posso gostar cada vez mais.


miscelânea

do Lat. miscellania*
s. f.,
compilação de várias peças literárias ou científicas no mesmo volume;
fig.,
mistura de diferentes coisas ou pessoas;
confusão;
mistifório.

16 novembro, 2006

O Primeiro Desenho



O D. diz que é o avô!

Tem olhos e acho que está parecido com um homem. Pela primeira vez, acaso ou não, acho que temos um desenho, dele.

Bem, também pode ser um animal, mas, ele diz que não é, e nós acreditamos nele!

01 novembro, 2006

Eu


na minha praia, de sempre!