28 março, 2007

Obras (XII)






ainda as obras.




Quase, quase, no fim digo eu!

25 março, 2007

Satu


um passeio no futuro.
Porque o futuro é em frente.

23 março, 2007

Foi


um salto de lá para fora.
Foi tão bom.
"Mais ou menos, mãe". Mais ou menos, de facto.

05 março, 2007

27 de Fevereiro de 2007





fizeste "tinta e um" anos.

O teu filho não percebeu porque só tinhas um bolo, quando ele, têm sempre dois.

Eu não percebo porque só agora te escrevo, mas tu percebes. Tu sabes.

Eu não percebo, porque é que dar flores a um homem é estranho. O D. também não. E tu gostaste.

Eu sei que para o ano, ainda vai ser mais giro.

25 fevereiro, 2007

E


é verdade que estou(amos) farta(os) de obras.


Tenho(temos) a experiência, mínima, necessária para contruir a casa dos meus(nossos) sonhos aqui , ali ao lado dos meus pais mas ali e não .


Falta-nos o essencial. Falta-nos a disponibiliddae de tempo até aqui, onde eles passam(rão) os dias.

Mas era tão bom estar longe desta multidão, aqui onde dantes se tinha qualidade de vida e agora se têm imensas pessoas. É bom e é mau. Como quase tudo.


Fomos aqui, onde há uns anos apanhei lenha como meu primo Luís. O Luís que morreu quando tinha a vida pela frente e eu era uma míuda como ele. Às vezes ponho-me a pensar como será o D..
No futuro. Tenho receio e medo. Tenho esperança que possa aproveitar aquilo que lhe podemos dar e que possa contínuar a ser feliz como agora.


Contínuo a achar que o mais importante é ser ser feliz e equilibrado, como ele é, hoje.
Acho que a felicidade se mede pela maneira como passamos a maior parte do nosso dia, a sorrir!
Como gosto(amos) de o ver sorrir!

21 fevereiro, 2007

Um corredor


na casa dos meus pais.


Gosto de corredores, da casa, deles, dele e dele. Muito.

20 fevereiro, 2007

O que um vinho

branco de 14,5º nos faz dizer.
É a verdade, verdadinha, mas é muito amanteigado. Como quando ele me diz: "a mãe tá gira" fico derretida, fico pois.

19 fevereiro, 2007

Sou tão


feliz, só de olhar para ele. Verdadeiramente feliz.


Como é possível fazermos algo tão próximo da perfeição?


O que quero realmente é que ele possa ser sempre tão feliz como o é agora.
Tenho um verdaeiro amigo, para o resto da vida. Somos muito felizes, filho!
A maternidade muda tudo, muda-nos e ainda bem.

Obras (XI)

(Mezzanine-Sotão muito baixo)
(roupeiro)

(recuperador)

A obra anda parada. Estas têm já umas semanas, mas temos esperança daquilo estar pronto lá para a páscoa. Será?

Desde

que coloquei aquele míudo que me custa abrir isto.

Não me posso esquecer que somos felizes, afinal.

16 fevereiro, 2007

Este



foi o que fez mais sucesso na exposição, já está vendido, e vai ser limitado a um número finito de cópias. Uma é lá para casa, está mais do que definido. Nós merecemos tu mereces e a casa nôva também.

10 fevereiro, 2007

Por mais que saiba que isto existe


não posso de deixar de chorar por existirem crianças privadas de comida e do amor de todos nós. Um dia se pudesse gostava muito de ajudar a criar alguém que tem todo o direito de ser tão feliz quanto o meu filho biológico.

Pergunto-me muitas vezes se Deus joga aos dados. Pergunto-me muitas vezes se os dados não estão viciados e pergunto-me muitas vezes o porquê da maior parte de todos nós vivermos nos nossos casulos, ora felizes ora tristes e, indiferentes ao mundo lá fora onde milhões de crianças sofrem. Pergunto-me e nada faço, mas sofro e choro sempre que vejo isto. Choro e penso que o jogo dos dados foi generoso com o meu filho, comigo, com os meus pais, avós, bisavós. Porquê?


09 fevereiro, 2007

SIM

daqui

Espero que no Domingo

possamos ter um país mais justo, para todos aqueles e principalmente aquelas que não têm saídas airosas de um milgre que ainda lhe tornará a vida num inferno maior. Por elas, eles e nós acredito que o SIM é a única solução possível para haver, mais, dignidade humana e amor.
Comigo foi mais ou menos assim, comigo havia caminhos, escolhas e em última análise dinheiro fosse para o que fosse. Tivesse eu (nós) optado de outra maneira continuava a haver dinheiro para ir já ali ao lado e fazê-lo com condições de higiene e segurança, mas há quem não possa e é injusto que o dinheiro faça toda a diferença nesta história, uma história que só pode ser de amor.

O mundo é definitivamente cheio de injustiças, mas nós, todos, temos o dever de as diminuir tanto quanto possamos!

Não podia concordar

mais!

01 fevereiro, 2007

Obras (X)





Porque nem tudo pode andar a correr menos bem a cozinha já quase, quase, que está. Acabaram agora de a montar.
Falta forrar os azulejos com o mármore e mandar fazer ao Sr. Branco a bancada com as pias támbém em mármore. As pias são de mármore e vieram de casas antigas dos meus queridos avós. Vão ser reutilizadas. O Sr. Branco já fez as taças das casas de banho, também em mármore, e também idealizadas por nós. O Sr. Branco é daqueles senhores que ainda trabalha o mármore à moda de antigamente e a preços razoáveis. Tenho conhecido verdadeiros profissionais com a história da casa.
Ficou como idealizamos, bem quase, toda. A cor do carvalho poderia ter ficado um pouco mais escurecida e aquelas portas de vidro foram o cunho pessoal do Sr. Fernando. Este senhor fez tudo por medida e com uma perfeição extrema. Um homem do norte, pois claro!


Aquele fogão vai fazer as minhas (nossas) delícias. Vai, vai!

A











ementa do jantar para onze pessoas no nosso dia de anos foi:
  1. Soufflés de Camarão

  2. Creme de coentros fescos com ovos de coderniz

  3. Feijoaada de choco com enchidos e camarão

  4. Torta de laranja e amêndoa

  5. Creme de ovos moles

  6. Pão de ló com creme de chocolate

  7. Bolo de sumo de laranja merengado

  8. Laranja com canela e açucar mascavado

A isto, daqui, juntámos uma medalha em vinho verde, um tinto e mais um champanhe, muito trabalho meu e ajuda da minha mãe . Mas valeu a pena. Quer dizer para o ano só há mais se o homem cá de casa me der uma e só uma mão que as minhas duas para fazer comida para onze e ainda limpar tudo não chegam, pai!

Não sei quem



gosta e vibra mais com a música e com a leitura, se ele se nós. Fica o empate.

Ele é quem escolhe, sempre uma e só uma antes dos sonhos cô de roza. Tende a escolher os três porquinhos por causa do modo mao e do fiuhhh que ele faz para deitar a baixo a casa dos manos porquinhos. Tadinhos. A propósito de manos ele agora diz que quer mano mana. Eu, no mundo ideal, gostava também de mais uma mano e mais uma mana para ele e para nós. Gostava é isso. De volta aos livros são baratos têm um cd de música que os acompanha tem boas ilustrações e as histórias que povoaram a nossa infância. São só quatro é pena, podiam lançar mais que aqui em casa já vamos sabendo de cor música e história.

Nós


nascemos no mesmo dia e temos vinte e oito anos de diferença.

Hoje tenho trinte e um anos e tu tens três anos. Dizes três, com as mãos levantas seis dedos, três em cada e dizes: é muitoossssssss. Mas são poucos. Digo-te que tenho tinta e um e fecho e abro as mãos dez vezes, três vezes, e no fim deixo um dedo e tu dizes:"são mutosssssssss". É já foram menos. Mas quero que sejam muitos mais, afinal fazermos anos no mesmo dia tem o seu encanto.

Nascemos no mesmo dia, vinte e quatro de Janeiro, eu em mil nocecentos e setenta e seis e tu em dois mil e quatro. Somos de séculos diferentes. Mas afinal descobri que só sou deste século, acho mesmo que só nasci realmente às seis e cinquenta e oito quando te vi. Eras tão grande e tão pequeno. Tinha tantos medos e tu também devias tê-los. Tinha só medo por ti. Queria que nascesses bem. Continuo a querer, muito, que estejas bem, aliás isso é mesmo o que eu quero que sejas feliz. Acho que és, muito. Dou por mim muitas vezes a olhar para ti, já menino, a pensar que não é possível caber mais amor por ti dentro de mim. Mas é. É tanto, mas tanto e vai sempre caber mais um bocadinho de ti cá dentro de mim.

Ando

sem escrever...

Ando para aqui vir, escrever. Mas escrever alguma coisa engraçada, que às vezes o dia-a-dia podia ser como as gargalhadas dele ou os bahhhhhhhhhhhh seguidos de mãos na boca a ver-se quase, mas quase, o estomâgo. Até tenho fotografias giras dele assim, mas incorro no dilema de colocá-lo explicitamente aqui e ele daqui a a uns anos não achar a mesma graça ou antes achar tanta graça quanto eu acho aos bahhhhhhhhhhhhhhh dele agora. Não têm graça nenhuma, não fosse ele tão regila e tão meu filho eu dizia que aquilo é falta de qualquer coisa em casa, ou nele ou pior, nos pais. Sim nos pais, na mãe. É verdade a culpa é sempre nossa, principalmente das mães. E é, mas sobre meas culpas falarei quando me apetecer. Agora não me apetece.

Nem sei bem o que me apetece, aliás acho que ando com o palato infectado. Mas também já devia saber que sou assim, afinal trinta e um anos de vida e três de mãe no mesmo dia já deviam dar algum conhecimento de causa de, pelo menos, aquilo que é reincidente. Por falar em anos, ao contrário do ano passado, este ano saltei a data porque, porque, a culpa é do tempo que teima em andar mais rápido para mim, ou, eu a correr desorientada nele a achar que só eu é que ando desorientada que sou desorganizada e porque quero fazer mais do que aquilo que é razoável. E ando, mas também ando doente e cansada e do género ora contente ora muito triste porque o meu bébé é um menino grande e às vezes eu não queria, outras, queria que ele já fosse muito grande e me libertasse de uma série de medos que tenho nas minhas inúmeras visões acerca do seu futuro, do meu, do nosso, e da nossa casa que anda parada...

Quando a dose fizer efeito a sério, dado que me recusei a levar pelas entranhas a coisa por via intrevenosa que se não fosse bem dada apagava-me a ténue linha de raciocínio que, ainda, me resta, volto cá.
Há que melhorar rápido e deixar de faltar à desorganização dos meus horários que me permitem ganhar a jorna e andar cansada. Mas: agasalhe-se tome dois ben-u-rons e vai ver que ainda vem, que graça! Daí jorna que um emprego com condições e direitos é um luxo que sinto que não tenho direito, ou não me querem dar. Serei só eu? Será só a mim? Ou será que dá mesmo vontade de ir para o outro lado do mundo onde dizem ser tudo mais cor-de-rosa?

23 janeiro, 2007

21 janeiro, 2007

Há (pedras) lascas de pinheiro


no sapato que incomodam, mas nem por isso se deixa de andar a correr para brincar.

17 janeiro, 2007

Para quê

perder tempo a escrever, se aqui está tudo aquilo que penso.

Vou votar sim pelas mesmas razões!

16 janeiro, 2007

Se


fosse tão simples agarra-lo com força, às vezes não deixava cair no esquecimento, o tempo...o tempo...e ele a correr nele!

Ainda bem!

10 janeiro, 2007

07 janeiro, 2007

Convite para

a primeira exposição dele !

Está muito bem conseguida, não tivesse eu presente em quase todos os sítios onde ele tirou as fotografias, o local (St Julian´s school) é muito agradável com vista sobre a praia de carcavelos, por isso aparecem no dia 12 de Janeiro das 16.30h até as 20.00h. Estaremos lá numa pequena recepção com umas coisitas que se tricam e a bebericar qualquer coisa!

06 janeiro, 2007

Obras (VIII)

(casa de banho)
(lavabo)
(chão da copa)


(recuperador)

(tecto falso)

Porque já faltou mais...

O D. Já diz a casa nôva em vez da casa toda patída.

Ele acha que já estamos quase, quase lá! Eu também!

05 janeiro, 2007

Do natal




Este ano o natal foi vivido mais intensamente, por ele. Já gosta das prendas e para o ano contamos que o pai natal desça pela chaminé, que este ano o Sr. das barbas que faz ôh ôh não era bem vindo!

02 janeiro, 2007

O nosso

desejo para 2007 é que haja sempre muita luz!

Luz que dança com o vento e brilha em cores diferentes. Luz que nos enche a alma e faz transbordar o coração de amor. Luzes cheias de amor...para todos!




24 dezembro, 2006

(O nosso ) Terceiro Natal

Natal 2005 em casa do pimô ruí

e o David tem 35 meses, feitos hoje, já fala tanto, já entende tanta coisa...
Mas como escrevi no ano passado:

O D. faz 23 meses este natal e está a aprender a falar. O natal passado fez 11 meses e estava a aprender a andar. Desde que nascemos continuo a aprender a ser mãe e mulher.Este natal um dos meus desejos é o mesmo do natal passado. É pena que assim seja. É sinal que, ainda, não se concretizou.

Ainda não foi este ano...

Que seja o melhor natal possível para todos!

22 dezembro, 2006

Bi

ainda, bem que já estás em casa...

Finalmente, as coisas vão voltar a ser, mais ou menos, como eram...diferentes ou talvez melhores para nós as duas, para todos.

12 dezembro, 2006



fomos ver a árvore e as luzes de Lisboa.
Fomos com os pimos rui e pima nês jantamos numa tasca (oh! caldas) e passeamos com muito frio por uma Lisboa, uma Lisboa, cheia de gente que chega de caminonetas da terra para ver as luzes.
Fomos ao circo ver os gatos grandes, maé os tiges. Fomos e viemos de lá com uma outite, tosse e muita febre.
Fazia depois de amanhã seis meses, sim seis meses, que o David não estava doente, esteve um sexto da sua vida sem estar com dói-dói muto.
Não tinha saudades das noites mal dormidas com ele na nossa cama com quarenta e mais graus de febre. Tirando isto, foi muito engraçado...