31 dezembro, 2008

O Final de Ano




não podia ser melhor...


O novo ano começa em casa a quatro, pela primeira vez!


Que 2009 seja, pelo menos, tão doce como 2008!

23 novembro, 2008

E

uma ideia luminosa foi uso de fraldas de pano no Isaac.
As minhas vieram do Canadá, custaram pouco mais de 15 euros, mas há um site portugês que as vende:http://www.superbebes.net/product_info.php/cPath/104_111/products_id/125
Estou a gostar e muito, são estas que estão aqui: http://www.bumgenius.com/one-size.php
E não, não tenho comissão só gosto de poupar o ambiente e a carteira!
O candeeiro é giro que se farta...é meu e foi o R. que o descobriu num antiquário veio de uma cinema e tem seguramente mais de 40 anos!

17 novembro, 2008

3 meses

passaram desde que nasceu o Isaac.

Está lindo, é claro, gorducho sorridente e chorão mas é um doce de menino e deixa-nos dormir a noite toda, mesmo constipado!

O David está traquinas e já está a deixar quase tudo o que restava do bébé loirinho. Esteve doente pela primeira vez desde que foi operado, pela última vez, e não foi nada de especial só uma grande constipação e uma boa desculpa para ficar em casa comigo uma semana!

Temos um piano e já nos habituamos a ser quatro cá em casa!

16 outubro, 2008

Dou


por mim a pensar lá à frente: "O D. está a ter uma educação internacional é uma pena se ficar só num sítio" e logo, depois, penso ainda mais: Quero que ele seja muito feliz naquele colégio, perto de mim, de nós. Depois, quero que ganhe asas e possa voar, por aí, feliz com o brilho de criança feliz que hoje tem no olhar. E sei que não me vai custar vê-lo ir!

23 setembro, 2008

Canta em inglês



mal
mas já é alguma coisa:

"Jack and Jill


went up the hill


to fetch a pail of


water





jack fell down


and broke his crown


and jill came tumbling


after"

Este ano estou realmente a verificar que a forma como educamos as nossas crianças nas escolas e jardins de infãncia está desfazada no tempo, é pouco criativa e apelativa ao completo desenvolvimento da criança. Digo-o como profissional mas acima de rudo como mãe de um míudo que frequenta uma escola inglesa. Eles tem uma rotina semanal na qual praticam e desenvolvem uma série de actividades: "show and tell": levam uma qualquer coisa à escolha que esteja relacionado com o tópico que estão a abordar (as cores, tempo, animais, estasções do ano), e explicam a escolha aos colegas; "kitchen": cozinham mas utilizam unidades de medida e/ou desenvolvem a criatividdae artística relacionada com o tópico; "libary": trazem semanalmente dois livros para casa que serão depois trocados, são eles que escolhem os livros e habituam-se a frequentar a biblioteca e a usufruir da mesma da forma que quiserem, "art and movement" exploram sons e exercitam o corpo treinando com música e drama; "homework": caderno diário onde todas as segundas vem uma rima que devemos praticar em casa todos os dias de uma forma relaxada como eles dizem "please enjoy the ryme with your chil" e às quintas vem um trabalho de matemática que relaciona os n.º com actividades partilhadas em família por exemplo ver jornais e cortar n.º de 1 a 6 depois colar no caderno e voltar a contá-los. Além disto, tem um dia da semana onde, vão para o ginásio e praticam uma série de desportos desde basquetebol a futebol e até ballet. A escola organiza pequenos teatros e actividades que implicam sempre a presença dos pais: angriar de dinheiro para instituições carenciadas, esta semana por exemplo foi realizada uma actividade onde as crianças corriam no campo de jogos e quantas mais voltas dessem mais dinheiro iriam contrinbuir, cada volta 0,50. Durante o dia ainda têm tempo de realizar imensos desenhos, colagens e tesouradas que trazem diaramente para casa, fora aquelas coisas que estão relacionadas com o tópico e que vêm normalmente para casa de três em três mese numa capa. Efectuam uma duas visitas por trimestre onde vão de autocarro e levam "snack" que adoram! O local tem imenso verde e espaço para correrem e saltarem.


Isto tudo é feito apenas das 8.00 às 15.00. Imaginem ás 15.00 acabam as aulas e eles estão livres para vir para casa ou brincar nos "beasy bees".


Isto com míudos de QUATRO anos e tudo feito num tom de briancadeira mas muito a sério. Tudo feito com muita dedicação com turmas de catorze alunos no máximo, a dele por ser especial só tem 9 meninos, e com carinho quanto baste sem exageros com alguns castigos quando não formam filas bem feitas e acima de tudo a pensar no seu pleno desenvolvimento. outra curiosidade é que nesta fase da "recepcion" (a nossa pré) os colegas não são os mesmos da "nursery" habituam-nos a não criar laços de formas a saberem conviver sempre com pessoas diferentes.




E ele adora, muito mais estar ali do que quando frequentava uma instituição portuguesa. Infelizmente.

22 setembro, 2008

Aqui de novo



porque sinto saudades.



porque não me quero esquecer.



porque me vou lembrar, sempre, que o meu filho mais velho me chama "mãe lindaaaa".



porque até põe um "ohhh" antes do "mãe linda" .



porque ás vezes, di-lo para obter favores, mas outras vezes di-lo com o coração cheio.



porque o meu Isaac tem um nome lindo que mais ninguem gosta além de mim.



porque o pai assistiu ao parto e não me deixou mesmo quando o protocolo o exigia.



porque foi um valente à brava e não caiu mesmo quando entraram as ventosas.



porque me viu sofrer à antiga, sem epidural, teve pena e ele ficou mesmo Isaac.



porque eu dizia para ele me lembrar que não queria passar por aquilo outra vez.



porque agora já esqueci e não me importo de passar pelo mesmo.



porque consiliei-me com o parto e estou apaixonada pelo amarelinho.



porque é amarelinho pois viemos para casa mas voltamos para os cuidados intensivos para fazer solário à conta da íctericia, essa malvada.



porque me rebentaram ás águas às 16.oo e às 16.58 o Isaac estava cá fora e ia nascendo no elevador.



porque dar de mamar não é fácil mas eu vou conseguir.



porque é mesmo verdade que o amor não se divide, multiplica-se.



porque quero um diário da nossa vida.



porque não me importo que seja público.



porque quase não vem aqui ninguém e é a única maneira de eu ter um diário.



porque gosto das fotografias do pai.



porque o verão está a acabar e ainda não temos pêras abacate na nossa árvore.



porque já estamos na casa nova que agora já não é nova.




porque até gostava de voltar a fazer obras numa nova casa.
porque o David ainda não fala inglês, mas somos felizes à brava!
porque somos felizes à brava nos dias em que as coisas correm bem!




28 janeiro, 2008

Após três meses...


Já cá estamos, na casa nova.

Vamos deixar de ter um quarto a mais, agora que vamos ser quatro.

Eu e ele fizemos anos, 32 e 4, tivemos duas festas e ganhei um atestado à conta do cansaço.

Já não me apetece vir aqui.

04 novembro, 2007

Obras XIV









As casas-de-banho estão prontas.






É este mês que nos mudamos. Acho eu!

24 outubro, 2007

Nunca mais tenho tempo

ou gasto-o desenfreadamente a correr sem escrever nada dele.

Está grande tão grande que as vezes paro para me lembrar que tem quase quatro anos. Quatro anos, tantos anos.
Já não é bébé mas ainda lhe reconheço traços de há anos atrás. Fala ainda como um bébé e eu não me importo, quase nada ,até porque desde que foi para o ensino numa escola inglesa tem evoluido pouco a pouco na linguagem. Diz "caterpillar" como quem já não admite que uma minhoca é e será uma minhoca, usa "ok" para o antigo "está bem" e até já lhe sai "water" pela água.

Queria, como sempre quis, estar mais tempo com ele. Tempo para eu não me esquecer das coisas despropositadas que faz com doçura agri-doce.

Ele dá-me pedras, flores do chão e até apanha as rosas no jardim do colégio "tão lindas, para pôres numa jarrinha". Quer um hot weals "tens dinheiro?!".

11 outubro, 2007

Somos assim...

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria-prima de um país.Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais o que o euro.Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é muito chato ter que ler) e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar a alguns.Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser compradas, sem se fazer qualquer exame.Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar-lhe o lugar.Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta. Como matéria-prima de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que nosso país precisa.Esses defeitos, essa CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA congénita , essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS.Nascidos aqui, não em outra parte... Fico triste. Porque, ainda que Sócrates fosse embora hoje mesmo, o próximo que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E nãopoderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa outra coisa não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados.... igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa Portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um Messias. Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a nos acontecer: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim,exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO. E você, o que pensa?.... MEDITE!
EDUARDO PRADO COELHO
Quem não fica triste...se isto for verdade?!

08 outubro, 2007

Nova estação


Começamos num verão, passou mais um e já entramos noutra estação.


Temos romãs, muitas e amargas e peras abacate que não crescem. O verde cresce nas árvores desmesuradamente, mesmo no Outono, como a nossa vontade de para lá entrar.


Gosto das cores fortes desta estação e queria ainda mais umas calças de ganga giras da Levis´s ou de qualquer outra marca que me assentassem tão bem quanto estas riscas de cor .

19 setembro, 2007

A Nossa Rosa com Espinhos




Ausentes sem giárdia e sem nada que explique mais de um mês de vómitos e diarreia cíclica.



Cíclica é a vida que tende a dar, de quando em quando, coisas boas que intevalam com as menos boas. Estou à espera das cíclicas, enquanto isso estou no colégio novo do míudo a substituir o professor de matemática que está doente.



Bom é o garoto estar a gostar da escola nova, embora passe o dia a ouvir uma língua que não lhe diz nada. A Mrs. Gomes já me disse que o rapaz já elaborou uma frase completa em inglês, menos mau depois de nos primeiros dias dizer vai-vai quando alguém lhe dizia bye-bye. Espero que o rapaz aprenda a gostar mais daquilo e nos traga livros que não sejam só lenga-lengas em inglês. Também vou aprender a gostar mais dos horários, que temos que ir buscá-lo ás 15.00h e deixá-lo as 8.00h disso e dum sistema mais frio que o nosso.

Na casa nova temos rosas mas falta a bancada da cozinha e ainda não estamos lá. Temos também uma parede rosa-que-não-é-rosa-nem-roxo o resto é branco cor de neve com interruptores creme, que o electricista insiste em dizer que fui eu que os escolhi, enfim, fica diferente, muito diferente. Temos os móveis a serem tratados, mais candeiros e cada vez menos dinheiro.

Tenho às vezes menos pacência para as coisas e mais para o míudo que está numa fase gira que se farta.

05 setembro, 2007

Mais maleitas

(retirado de http://bryanbrandenburg.blog.com/1211699/)

agora são parasitas que nele se agarraram desde 14 de Agosto.


Está melhor, mas ainda por desparasitar assim que o bicho se revele. Será giárdia? Será que não chega?!


Cortou o cabelo, cortaram-no mal, passamos a ser nós e poupamos uns euros que as obras AINDA NÃO ACABARAM...


Não estou colocada, o R. já trabalha e o D. já está a faltar na nova escolinha. De facto, há coisas que não mudam...

26 agosto, 2007

Tróia


continua tróia. Selvagem, agradável e bonita.


O tróia resort vai estragar aquele paraíso, o que é lamentável, será que o Al(l)garve não serviu para nada?!

22 agosto, 2007

O jardim


que ele anda a cuidar.
Já está pintada, estamos quase-quase-quase lá!

Ainda de férias



por cá, na Adraga e Magoito.
E o pão de Almoçageme é mesmo pão.

08 agosto, 2007

De férias




mais ou menos...


A passear e a tentar organizar as coisas para nos mudarmos para a casa-que-está-em-obras-há-um-ano-que-está-quase-quase-mas-ainda-não-está-pronta.


Quero mais praia!

25 julho, 2007

O cabelo


foi cortado na minha cabeleireira que a boa vontade do pai não chegava para andar com ele direito!
E sim, é cabelo de rapaz!

18 julho, 2007

Hoje

andamos à volta com ele e com os médicos para que pudessemos, nós pais, perceber até que ponto o facto do testículo ter recolhido,para perto da antiga hérnia, novamente desde os primeiros quinze dias de vida ditava ou não o fim do dito.
Mais do que apurar responsabilidades queria respostas e rápido numa linguagem muito para além do logo se vê, daqui a seis meses, poderá ou não estar morto..não sei... mas quem é que sabe afinal?
Em Cascais o cirurgião disse que que o D. iria ser referenciado para a Estefânia, e não seria lá que ele deveria ter sido operado? Acho que sim. Voamos para a estefânia e o não sei continuava...com o mãe não sei .
O não sei com o coração na boca acabou com o contacto através de um médico do IPO com quem o meu pai falou e nos recomendou a um cirurgião urologista pediátrico que nos descansou com a certeza de que o dito não devia estar morto e que podiamos ir para casa e visitá-lo daqui a dez dias no seu consultório.
Os pais, os meus, arranjam sempre maneira de resolver tudo!
Estou mais tranquila e mais triste ainda porque iremos de certeza à terceira operação.