28 fevereiro, 2006

Que


possamos passar o outro dia (vinte e sete), sempre juntos.
Muitas felicidades, amor.

21 fevereiro, 2006

É mau


saber que existem estas coisas ao virar da esquina.

É bárbaro existirem meninos em sonhos.

A culpa é de todos.


retirado de:
http://www.olhares.com/menor1/foto472905.html

É bom



vê-lo voltar ao normal.
É bom saber que estamos a equilibrar as coisas da vida.

18 fevereiro, 2006

Ele


e eu.
Os dois com dias de vida.

17 fevereiro, 2006

Só quando


temos medo, muito, é que percebemos quanto mudamos.

Nunca tive tanto medo da vida como no dia catorze.
Catorze vai sempre ficar como o dia em que tive medo pelo D.
Medo de, eu sem ele, não ser eu.
Medo de deixar de ser, ter e querer uma vida.


vida

do Lat. vita
s. f.,

existência;
espaço de tempo decorrido entre o nascimento e a morte;
modo de viver;

14 fevereiro, 2006

Ontem


passamos o dia no hospital.
Tou fraquinho, muito, mas já estou em casa a comer devagarinho.
Quando não sabem o que é é uma virose. É uma virose, ainda bem....

As lágrimas já lá vão e o "bicho" vai a caminho.

11 fevereiro, 2006

De monho


Não me lembro de uma noite tão mal dormida desde que ele tinha nascido.
Tem febre, vómitos e febre e vómitos. Tem fome, muita, e não lhe podemos dar nada. Só miminhos e milina de 5 em 5 minutos.
Cortou o cabelo à revelia à noite no banho ás escondidas. Está giro. Está grande.Está chocho.

07 fevereiro, 2006

Música


gosta, desde a barriga.

Toca nas guitarras do pai e descobriu que esta faz um barulho diferente.
Gosta de cantarolar os parabéns desde os anos.

Há coisas que nescem conosco. Ainda bem.

31 janeiro, 2006

Rescaldo






da tosse. Febre e mais febre.
Mimo e mais mimo.


Podia ter sido mais enfeitado, o bolo, tu e eu, todos, se a febre não se tivesse feito de convidada.
Mais um ano. Tens dois. Eu tenho trinta.


Já não sou pré-adulta. Serás ainda bébé?

24 janeiro, 2006

Hoje nascemos os dois...


Parabens a ti, és a prenda mais condimentada de alegrias que jamais sonhei receber, e a mim porque te tenho a ti. Aqui agora, há dois anos, cheios dos piores e melhores momentos que a vida nos pode dar e dá.
Gostava que o dia de hoje fosse solarengo, mas não é. Não me lembro de em 30 anos de dia 24 nao haver sol. Hoje não espreitou nem vai espreitar, que pena. Sinto a falta dele e dele sem febre.
Gostava de muitas coisas, todas para ti.
O meu eu, é ele e ele, é aquele. Que me enche que me preocupa, que me faz brancos e brancas na memória, que me tira o sono e me leva aos limites. Que me faz falta e me faz faltar a quase todas as promessas e compromissos inadiáveis. Ele adia tudo e ainda bem. Se não fosses tu ainda andava a adiar ser mãe. Mas sou e gosto. Gosto de mim assim com ele no mesmo dia. Gosto de nós juntos no mesmo dia. Gostei de dormir contigo ao meu lado quase como há dois anos, estavamos febris mas juntos. Este dia é teu e meu, juntos.
Estou aqui para ti, sempre, ao teu lado com as escolhas que fizeres, quaisquer que sejam: é uma promessa.
Vamos ser felizes, vamos fazer por isso.
Vamos que a vida está ali, aqui, amanhã e depois.

05 janeiro, 2006

(Re)Pensar


O sentido, disto, aqui.
De mim e dele aqui para todos e cada vez menos para nós.
Ausente e sem vontade de presença.
Um beijo.

02 janeiro, 2006

De volta

aqui...

Com tudo em atraso, principalmente a vontade!

29 dezembro, 2005

De férias...


aqui, na neve...
Antes uma vela de promessas, que são para cumprir, para o jesúss...como ele lhe chama.

16 dezembro, 2005

Enroscada


nele...

Podia e devia passar horas assim, só, a olhá-lo e a beijá-lo...
Todos os dias...

12 dezembro, 2005

Será

que o D. se parece assim tanto com uma menina?
Ultimamente todas as pessoas o abordam como "a menina".
Acho que é do cabelo. Mas não o vou cortar. Gosto dele assim...gosto dele de qualquer das maneiras.

Afinal saimos...



Para ir ao parque da parede onde havia uma feira de velharias, que eu adoro....comprei mais naprons para a colecção, são de renda de bilros e são muito antigos. Lindos, mas não tanto, como o D.

10 dezembro, 2005

Em casa


Com uma manhã tão bonita...
O D. esteve doente, mais uma vez.
Não liga muito a desenhos. Liga mais ao pai do que à mãe. Ás vezes ligamos ,de mais, a coisas sem importância.
Tenho as unhas cor-de-rosa. Já as tive cor de vinho tinto e gosto mais. Estou farta dos vermelhos.
Temos muita preguiça cá em casa. Ligamos pouco a pormenores, que afinal se revelam importantes.

03 dezembro, 2005

O segundo natal

O D. faz 23 meses este natal e está a aprender a falar. O natal passado fez 11 meses e estava a aprender a andar. Desde que nascemos continuo a aprender a ser mãe e mulher.

Este natal um dos meus desejos é o mesmo do natal passado. É pena que assim seja. É sinal que, ainda, não se concretizou.

01 dezembro, 2005

Parque






Lá fomos mesmo com mau tempo...

O D. cada vez está mais autónomo e eu lá arranjei maneira de fazer a decoração das minhas prendas de natal, com folhas de plátano, todos os anos embrulho os presentes de maneira diferente e desde os 8 anos que não repito nada. Este ano ainda não me tinha lembrado de nada, alías ando com muita falta de imaginação. Este ano tem acontecido coisas estranhas. Muito. Ontem um homem que não conhecia falou-me de mim sem mais nem menos sem me conhecer e deixou-me a pensar. Leu-me (nos). Serei (mos) assim tão fácil (eis) de ler?

27 novembro, 2005

Natal


Fomos ver a árvore de Natal grande na Praça do Comercio. Nós e mais metade de Lisboa e arredores. O tempo que demoramos a lá chegar tinha dado para ir dar um passeio a Évora .

O D. adorou a árvore, ficou de boca aberta imenso tempo, e dançou as musicas de natal que passavam. Pessoalmente acho que aquele não foi o melhor sítio para por a coisa...mas compreendo que assim, pelo menos, dinamiza a baixa e dá um empurrão ao comércio tradicional. É pena tudo precisar de um empurrão em Portugal.